sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Woodstock - 40 anos




















Woodstock foi um festival de músicos da contracultura, como Joan Baez, Grateful Dead, The Who, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Crosby, Stills e Nash. Reunir essas bandas e artistas num mesmo lugar transformou o Woodstock num ímã que atraiu pessoas de todo o país. Nova York, 12 ago (EFE). - O lendário festival de Woodstock, em três dias de “paz, amor e música” continua sendo considerado um acontecimento inigualável. Woodstock finalizou uma década fantástica e iniciou outra tão fantátisca quanto. A pílula, as roupas a cabeças não forma mais as mesmas depois dos anos 60 e Woodstock. A moda assumiu o colorido “flower psicodélico” o comportamento e a atitude das pessoas mudarem. A mulher começou a crescer e hoje conquistou toda a sua liberdade e respeito. Liberdade esta conquistada também pela moda que pode se soltar em criatividade. Woodstock foi o fechamento da década de 60 onde tudo aconteceu em termos de arte e criatividade. (Créditos: Comunidade Moda)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Tricot em alta para o Inverno 2010





Os vestidos em tricot estão cada vez mais ousando nas modelagens. Nos exemplares de inverno, uma informação em comum: tons neutros de cinza preto e branco. A Et Vous, de Paris, expôs exemplar liso e superjusto, que ganhou o diferencial da gola e acabamentos das mangas com efeito sanfonado (foto 1). Max Mara, na mesma cidade, mostra modelo com aplicação de tranças robustas, além de parte da saia ser toda em tiras, caídas sobre outro material (foto 2).Ainda para o frio, a French Connection, de Londres, apresenta vestido de estilo e padronagem clássica listrada (foto 3). Finalizando, um vestido da marca Escada, de Berlim, com modelagem Y, ampla em cima, justa embaixo. A peça lembra bastante as dos anos 1980 (foto 5). (Créditos: UseFashion)

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Tênis de plástico retorna





A modelagem é dos vulcanizados, mas os vazados generosos, a transparência e o brilho glossy vêm do plástico. Assim são os novos tênis propostos pela Zaxy, marca tween da Grendene. Mesmo com outras apostas neste estilo, fazia tempo que tênis em plástico não tinham o destaque que ganharam, por exemplo, o Polibolha (Melissa), a Backstage Crystal (Melissa + Swarovski) e a Sandy Sounds (Grendene + Sandy), parceria com a cantora que já dura desde 2003. Nesta, a inspiração é retrô, no caso os anos 1980, por causa de algumas cores vibrantes oferecidas. Além das opções mostradas nas imagens, há bege, branco e transparente. A indicação é usar com meias curtinhas, que apareçam nos vazados. A numeração vai do 33/34 ao 39/40, com preço médio de R$ 40. (Créditos: UseFashion)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Nike lança meias que imitam tênis



Além das camisetas, polos, moletons, bonés e tênis, a Nike SB lançou sua nova coleção com meias que lembram os próprios calçados da marca. Desde os cadarços até o solado foram representados no acessório, que recebeu duas combinações de cores: preto com vermelho e amarelo queimado com verde. (Créditos: UseFashion)

Irmãos Campana expõe na Alemanha








Uma retrospectiva dos 20 anos de colaboração entre os irmãos Fernando e Humberto Campana está em exposição na cidade alemã de Weil am Rhein. Considerados uns dos mais importantes designers da América do Sul, eles já influenciaram também na moda, com criações para Lacoste, Melissa, H.Stern, entre outras. A maioria das obras expostas é relacionada à mobília, como cadeiras ou luminárias. Conhecidos pela reciclagem de materiais e pelo toque surrealista, os dois escolheram como sede o Museu Vitra Design, que foi concebido pelo arquiteto canadense Frank Gehry (foto 7). Aberta até o dia 28 de fevereiro de 2010, a mostra reúne uma verdadeira linha do tempo das peças dos artistas, com obras desde a fase inicial, bastante experimentalista, até os dias de hoje.
(Créditos: UseFashion)

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Alexander Wang






Se existe o vestido do ano o prêmio seria dado para o designer Alexander Wang. Os editoriais, as ilustrações as celebridades tornaram sua criação do verão 2009 o ícone do momento.
Nascido em São Francisco, Alexander Wang mudou-se para Nova York para fazer a Parsons School of Design, começou como estagiário de Marc Jacobs, Derek Lam, e na revista Vogue. Fez sua estréia na passarela em 2006 com uma moda limpa, de estética pura e ousadia. (Créditos: Comunidade Moda)

China, bom exemplo para o uso da lã






A Shokay é uma marca que comercializa tanto a matéria-prima, quanto produtos feitos a partir da lã de iaques, bovinos de pelagem longa encontrados na região do Himalaia. Trata-se de uma empresa social, formada por colegas e amigos, com o objetivo de atenuar a pobreza naquela região, tão conhecida por paisagens exuberantes. Esta iniciativa vai totalmente ao encontro de duas megatendências para o verão 2011: “Bem estar” por trazer as sensações boas em relação a usar algo rústico, com raízes; também “Natural”, por proporcionar uma experiência quase medicinal com o planeta, na utilização de uma peça natural, em lã pura. O slogan da marca, “Luxo com história, estilo com toque de humanidade” traz justamente estas percepções sobre o que criam e o que querem passar para quem usa. Assim como as rendeiras de Alagoas ou as tricoteiras gaúchas, tanto os cerca de 2600 pastores tibetanos, que lidam com os bichos, quanto as 40 “Knitters”, que fazem tricô da matéria-prima, estão sendo beneficiados de forma sustentável. Na divisão, 40% dos lucros voltam aos pastores, 40% vão para as tricoteiras e o resto é investido na empresa. Os preços variam entre 25 e 330 dólares para acessórios como chapéus e xales, e entre 20 e 950 dólares os itens para casa, incluindo travesseiros e mantas. Consumidores estão cada dia mais atentos a produtos com valores agregados além da estética, mas com história de vida, como estes. (Créditos: UseFashion)

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Os jovens como criadores e disseminadores de tendências de consumo












A partir da segunda metade do século XX a juventude como conceito tornou-se o topo da pirâmide da moda e o universo simbólico juvenil da rua tornou-se base para o processo de criação e comercialização da roupa. É necessário conhecer o valor simbólico dos signos estéticos usados como código de indumentária, de estilo e de comportamento pela juventude, para se compreender porque estes convertem-se em novos padrões de moda e consumo. Imaginemos o movimento punk sem a composição indumentária que marcou o estilo , as calças rasgadas, braceletes com rebites, a costomização (o do it yourself) nas roupas… Agora imaginemos os anos 80 sem os cabelos repicados e armados com gel, os acessórios em couro e rebites, a maquiagem pesada e as tatuagens em ascensão. Fica evidente o encadeamento dos eventos culturais promovidos por grupos juvenis a e geração de padrões de moda adotados consensualmente. (Créditos: Comunidademoda)